Especial

Avaliação Diagnóstica Enem

Identificando necessidades de aprendizagem

 

Não conhece a série ou perdeu algum material? Navegue pelo sumário abaixo e fique por dentro sobre como montar uma Avaliação Diagnóstica Enem na sua escola.


 

Chegamos ao último material da série e, finalmente, vamos identificar as necessidades de aprendizagem dos alunos para o Enem.

Assim como no último material, as análises aqui apresentadas são baseadas na ferramenta de análise de resultados que disponibilizamos anteriormente. Reforçamos que essas análises não se relacionam com a TRI, mas, se você seguiu todas orientações, terá um diagnóstico fiel das necessidades de aprendizagem de seus alunos.

Necessidades de aprendizagem gerais

Na aba “Análise habilidades”, é apresentado um diagnóstico geral de todos os alunos que realizaram a avaliação diagnóstica Enem. Conforme orientamos anteriormente, vamos realizar um diagnóstico considerando apenas os “itens bons”.

No exemplo, a avaliação diagnóstica abordou 10 habilidades (H1 a H10) e o desempenho médio da turma em cada uma delas está destacado em vermelho.

As necessidades de aprendizagem mais críticas são aquelas relacionadas às habilidades com menos de 50% de acerto. Habilidades com taxas de acerto entre 50% e 70% podem ser consideradas secundárias. Taxas de acerto superiores a 70% não indicam necessidades de aprendizagem e, sim, pontos fortes.

Após identificar as necessidades de aprendizagem da turma, o desafio é criar um planejamento para trabalha-las. Sabendo o tamanho desse desafio, separamos aqui um vídeo que pode lhe ajudar.

Um aspecto importante a ser ressaltado é em relação à quantidade de questões utilizadas no diagnóstico. Como excluímos questões ruins, algumas habilidades podem estar sendo diagnosticadas com menos de três questões. É importante ter em mente que um diagnóstico com base em uma única questão pode ser frágil e merece uma avaliação por parte do professor.

Necessidades de aprendizagem individuais

Além do diagnóstico geral da turma, na aba “Análise alunos”, a ferramenta fornece o resultado individual de cada estudante. Na coluna “% de acertos”, é possível visualizar o desempenho geral do aluno. Já nas colunas marcadas com as habilidades (H1 a H30), os desempenhos específicos.

Uma estratégia de uso interessante para este relatório é o agrupamento dos alunos em grupos de estudos de acordo com suas necessidades de aprendizagem. O professor poderia, por exemplo, propor uma série de atividades com o objetivo de trabalhar a habilidade H1, que foi vista como crítica no relatório anterior. Essas atividades seriam realizadas em grupos pré-definidos de cinco alunos. Um dos grupos poderia ser formado pelos alunos Alan, Beatriz, Caio, Karen e Silvia, que possuem domínios bem distintos nessa habilidade.

Observações gerais

Com base nesses relatórios de necessidades de aprendizagem, a escola pode elaborar uma série de gráficos ou realizar análises secundárias, como o agrupamento de alunos. Para essas ações, sugerimos que os dados da planilha de resultados sejam copiados para outra planilha onde as análises serão feitas. Isso porque a ferramenta possui cálculos em células ocultas e a manipulação descuidada pode desconfigurar todo o relatório. E claro que, depois de todo o trabalho, não é isso que queremos!

Nossa série Avaliação Diagnóstica Enem: identificando necessidades de aprendizagem” termina por aqui. Gostou dos materiais? Tem alguma crítica ou sugestão? Entre em contato conosco. Vamos adorar conversar mais sobre dados e educação, temas que nos move.

 

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